Salamaleco,
Como estão todos? Antes de inserir aqui os eventos da próxima quinzena, não poderia deixar de agradecer a presença de todos no 3º Chá da Oficina Flamenca: "Amigos sempre dançam juntos". Foi um evento emocionante, feito por amigos e para amigos... Amei dividir o palco com pessoas tão talentosas e lindas! Foi um sucesso e deixo aqui uma fotinha que tenta reproduzir o momento... Obrigada a todos que nos prestigiaram e a todos que fizeram desse chá um evento inesquecível!
Agora vamos aos eventos que irão sacudir essa quinzena em Brasília.... Imperdíveis!!!!!
![]() |
Neste eu irei dançar, serpa uma festa tão linda, não percam!!!!! |
É isso meus amigos, deixo vocês com uma mensagem deliciosa.... Uma semana iluminada e cheia de trabalho para todos! Não esqueçam de me enviar seu evento para meu e-mail para que eu possa inclui-lo aqui! deaguirro@hotmail.com
"Te desejo uma fé enorme.
Em qualquer coisa, não importa o quê.
Desejo esperanças novinhas em folha, todos os dias.
Tomara que a gente não desista de ser quem é por nada nem ninguém deste mundo.
Que a gente reconheça o poder do outro sem esquecer do nosso.
Que as mentiras alheias não confundam as nossas verdades, mesmo que as mentiras e as verdades sejam impermanentes.
Que friagem nenhuma seja capaz de encabular o nosso calor mais bonito.
Que, mesmo quando estivermos doendo, não percamos de vista nem de sonho a ideia da alegria.
Tomara que apesar dos apesares todos, a gente continue tendo valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz.
As coisas vão dar certo.
Vai ter amor, vai ter fé, vai ter paz – se não tiver, a gente inventa.
Te quero ver feliz, te quero ver sem melancolia nenhuma.
Certo, muitas ilusões dançaram.
Mas eu me recuso a descrer absolutamente de tudo, eu faço força para manter algumas esperanças acesas, como velas." Caio Fernando
Em qualquer coisa, não importa o quê.
Desejo esperanças novinhas em folha, todos os dias.
Tomara que a gente não desista de ser quem é por nada nem ninguém deste mundo.
Que a gente reconheça o poder do outro sem esquecer do nosso.
Que as mentiras alheias não confundam as nossas verdades, mesmo que as mentiras e as verdades sejam impermanentes.
Que friagem nenhuma seja capaz de encabular o nosso calor mais bonito.
Que, mesmo quando estivermos doendo, não percamos de vista nem de sonho a ideia da alegria.
Tomara que apesar dos apesares todos, a gente continue tendo valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz.
As coisas vão dar certo.
Vai ter amor, vai ter fé, vai ter paz – se não tiver, a gente inventa.
Te quero ver feliz, te quero ver sem melancolia nenhuma.
Certo, muitas ilusões dançaram.
Mas eu me recuso a descrer absolutamente de tudo, eu faço força para manter algumas esperanças acesas, como velas." Caio Fernando